• O Não Internacionalista

Antirracismo e Relações Internacionais

Para debater a questão em torno de Raça e Relações Internacionais, é necessário ter em mente alguns marcos conceituais que cercam o próprio conceito de raça, modernidade e gênero.

Para iniciar a discussão em torno da questão de raça, é importante pensar nos conceitos de colonialidade e black color line (W.E.B. Du Bois). Walter Mignolo define a colonialidade como um processo que estabelece hierarquias de conhecimento e saberes, além de impor noções espaciais (caso das Américas, África, e da ideia de novo mundo e velho mundo) e temporais (idade média, moderna, contemporânea). É portanto a modernidade que estabelece a divisão entre natureza e humanidade, emoção e racionalidade.

Aníbal Quijano traz o elemento o raça para a discussão sobre colonialidade e aponta como esse elemento estrutura essa assimetria entre impérios e colônias, servindo de justificativa para a dominação e a subjugação dos povos. É importante destacar o pensamento de cc, a qual explica que esses autores não levam em consideração o viés de gênero e como as mulheres de povos colonizados serão exploradas para a manutenção do sistema.

Casos emblemáticos como a morte de c nos Estados Unidos, que por sua vez gerou uma grande movimentação tanto interna quanto ao redor do mundo, e como o caso ocorrido na rede de mercados Carrefour também no ano de 2020 no Brasil, em que João Alberto Silveira Freitas foi espancado até a morte por dois seguranças, evidenciam a realidade vivida pela população preta ao redor do mundo, deixando ainda mais exposta o racismo presente nos Estados.

Diante dessa realidade cruel e escancarada, dias como o dia 20 de novembro tornam-se emblemáticos ao trazerem à memória grandes nomes, como o de Zumbi dos Palmares, que lutaram e resistiram a esse sistema racista e opressor. Que tenhamos firmes na lembrança nomes como Zumbi, Dandara, Marielle, Miguel e sua mãe Mirtes, George Floyd, Alberto Freitas e tantos outros nomes que sofreram na pele a crueldade do racismo estrutural.


Para debater a questão em torno de Raça e Relações Internacionais, é necessário ter em mente alguns marcos conceituais que cercam o próprio conceito de raça, modernidade e gênero.

Para iniciar a discussão em torno da questão de raça, é importante pensar nos conceitos de colonialidade e black color line (W.E.B. Du Bois). Walter Mignolo define a colonialidade como um processo que estabelece hierarquias de conhecimen


to e saberes, além de impor noções espaciais (caso das Américas, África, e da ideia de novo mundo e velho mundo) e temporais (idade média, moderna, contemporânea). É portanto a modernidade que estabelece a divisão entre natureza e humanidade, emoção e racionalidade.

Aníbal Quijano traz o elemento o raça para a discussão sobre colonialidade e aponta como esse elemento estrutura essa assimetria entre impérios e colônias, servindo de justificativa para a dominação e a subjugação dos povos. É importante destacar o pensamento de cc, a qual explica que esses autores não levam em consideração o viés de gênero e como as mulheres de povos colonizados serão exploradas para a manutenção do sistema.

Casos emblemáticos como a morte de c nos Estados Unidos, que por sua vez gerou uma grande movimentação tanto interna quanto ao redor do mundo, e como o caso ocorrido na rede de mercados Carrefour também no ano de 2020 no Brasil, em que João Alberto Silveira Freitas foi espancado até a morte por dois seguranças, evidenciam a realidade vivida pela população preta ao redor do mundo, deixando ainda mais exposta o racismo presente nos Estados.

Diante dessa realidade cruel e escancarada, dias como o dia 20 de novembro tornam-se emblemáticos ao trazerem à memória grandes nomes, como o de Zumbi dos Palmares, que lutaram e resistiram a esse sistema racista e opressor. Que tenhamos firmes na lembrança nomes como Zumbi, Dandara, Marielle, Miguel e sua mãe Mirtes, George Floyd, Alberto Freitas e tantos outros nomes que sofreram na pele a crueldade do racismo estrutural.